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O Brasil, que já foi referência mundial em imunização, não pode aceitar essa realidade. Esses dados são um alerta máximo sobre a importância de fortalecer as campanhas de vacinação e combater com seriedade a desinformação que ameaça a saúde de nossas crianças. Ações urgentes são necessárias para reverter esse quadro alarmante.
Mesmo com tanta disponibilidade de vacinas o Brasil ainda tem números enormes
Poxa, que triste! O Brasil voltou pra lista dos países com muitas crianças sem vacina. Quase o dobro de crianças não tomaram nenhuma vacina ano passado comparado a 2023. Isso é preocupante pra saúde das crianças. Vamos cuidar das vacinas pra proteger todo mundo!
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Sejam bem-vindos(as) à 78ª edição do Papo Saúde!
Segunda-feira, 21 de julho de 2025.
O Papo Saúde é uma série de tópicos com o objetivo de compartilhar as informações mais importantes referentes ao nosso bem-estar, envolvendo notícias e fatos que estão repercutindo na área da saúde. Na edição de hoje...
Dose zero. O Brasil voltou a figurar entre os países com mais crianças não imunizadas no mundo, segundo dados divulgados por OMS e Unicef.
No ano passado, 229 mil crianças brasileiras não receberam nenhuma vacina, quase o dobro das 103 mil registradas em 2023. Com isso, o país ocupa agora a 17ª posição no ranking global.
Na América Latina, o Brasil responde por 16,8% das crianças não vacinadas, atrás apenas do México, com cerca de 341 mil.
O recuo indica uma reversão no avanço registrado em 2023, quando o país havia deixado a lista negativa. O retorno ao ranking global se explica por um histórico recente de queda nas coberturas vacinais — e, também, por mudanças nos critérios do Unicef.
A nova metodologia excluiu um antigo fator de correção, usado para suavizar inconsistências de dados. Sem esse ajuste, o Brasil teve sua estimativa de cobertura rebaixada.
Globalmente, o número de crianças sem qualquer dose de vacina — chamadas “dose zero” — chegou a 14,3 milhões em 2024, enquanto outras 5,7 milhões receberam apenas parte das imunizações recomendadas.
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#PapoSaúde
Fonte: Health Times